Leitura rápida
Reconheça em 30 segundos
Áudio ou vídeo de familiar ou amigo pedindo dinheiro urgente com pedido de sigilo
Qualidade de áudio ligeiramente robótica ou com pausas incomuns
Recusa ou impossibilidade de fazer uma videochamada ao vivo (deepfake de áudio não funciona ao vivo sem preparação)
A "pessoa" evita responder perguntas específicas que só ela saberia
Plano de emergência
Se você já deu acesso ou fez um pagamento
Fui vítima — o que fazer agora
0 / 5- Não transfira nenhum valor antes de confirmar diretamente com a pessoa real
- Se já transferiu: acione o MED via banco imediatamente
- Registre B.O. por estelionato e comunicação fraudulenta
- Preserve todas as evidências: áudios, prints, números de contato do golpista
- Denuncie nas plataformas onde o golpista coletou as gravações originais
Antes que aconteça
Crie barreiras simples
- 01
Estabeleça uma palavra-código secreta com familiares para situações de emergência
- 02
Sempre ligue diretamente para o celular da pessoa antes de transferir qualquer valor
- 03
Em caso de "vídeo ao vivo" suspeito, peça para a pessoa realizar uma ação específica inesperada
- 04
Reduza o conteúdo de voz e vídeo público nas redes sociais
- 05
Confirme por canal diferente do que recebeu a mensagem suspeita
Entenda sem pressa
Como a abordagem convence
Você recebe um áudio no WhatsApp da sua mãe. A voz é idêntica. Ela está em apuros, precisa de dinheiro urgente, pede sigilo. Mas não é sua mãe — é um deepfake de voz gerado por inteligência artificial com apenas 10-30 segundos de gravação original. O deepfake financeiro chegou ao Brasil.