Golpistas colam etiquetas com QR Codes falsos sobre os originais em estabelecimentos (restaurantes, estacionamentos, igrejas) ou distribuem imagens de QR Codes falsos em redes sociais. Ao escanear, a vítima é direcionada para pagar para a conta do criminoso ou para um site de phishing.
Sempre confirme o nome do beneficiário antes de confirmar o Pix. Desconfie de QR Codes em papel que parecem ter sido colados sobre outro.