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Fraudes com Criptomoedas no Brasil: os Golpes Mais Comuns e Como não Cair

Desde pirâmides financeiras a exchanges falsas, o mercado cripto é alvo de golpes sofisticados. Veja os esquemas mais aplicados no Brasil em 2025 e como se proteger.

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O Brasil está entre os 10 países com maior volume de transações em criptomoedas do mundo, o que também o torna alvo preferencial de golpistas. Em 2024, brasileiros perderam mais de R$ 3 bilhões em fraudes cripto.

1. Pirâmides financeiras (Ponzi cripto)

Prometem retornos fixos de 2% a 5% ao dia em ‘investimentos’ em Bitcoin ou altcoins. Na prática, pagam os primeiros investidores com o dinheiro dos seguintes. Quando os saques superam as entradas, a empresa some. Exemplo clássico: GAS Consultoria, Atlas Quantum.

2. Exchanges falsas

Sites que imitam corretoras legítimas (Binance, Coinbase, Mercado Bitcoin). Permitem depósitos, mostram saldo crescendo na tela, mas bloqueiam saques. Quando a vítima tenta retirar, pedem ‘taxas de liberação’ ou simplesmente desaparecem.

3. Rug Pull em tokens novos

Criadores lançam um novo token com grande marketing, inflam o preço com compras coordenadas, e então vendem toda a reserva de uma vez, zerando o valor. Investidores ficam com tokens sem valor.

4. Golpe do ‘gerente de investimentos’ no WhatsApp

Contato não solicitado oferece ajuda para ‘multiplicar’ valores em cripto. Pede acesso à carteira ou transferência para uma carteira externa ‘de rendimento’. O dinheiro é irrecuperável.

Como se proteger

Use apenas exchanges regulamentadas pela CVM. Nunca compartilhe sua chave privada ou seed phrase. Rendimentos garantidos em cripto não existem.

Conteúdo verificado pela equipe editorial. Fontes: Banco Central do Brasil, Febraban, Senacon.