Fraude de Portabilidade de Crédito Consignado
Criminosos contratam portabilidade de empréstimo consignado em nome da vítima ou convencem aposentados a assinar contratos sem entender o que estão assinando.
Criminosos obtêm dados de trabalhadores para sacar benefícios do FGTS de forma fraudulenta, incluindo saques emergenciais e antecipação de aniversário.
Ficha da Fraude
Nível de risco
Tipo
Fraude Previdenciária
Canal
Aplicativos / Internet
Público-alvo
Adultos, Trabalhadores
Prejuízo estimado
R$ 500 – R$ 15.000
Com dados pessoais obtidos em vazamentos, os criminosos acessam o aplicativo FGTS ou criam contas na Caixa Econômica com os dados da vítima. Realizam saques da modalidade aniversário, saque emergencial ou simulam demissão para sacar o saldo completo. A vítima descobre o saque fraudulento ao tentar usar o próprio FGTS.
O FGTS — Fundo de Garantia do Tempo de Serviço — representa anos de trabalho acumulados. Para muitos trabalhadores brasileiros, é a única reserva financeira disponível. É exatamente por isso que criminosos o visam.
A fraude no FGTS funciona a partir de dados pessoais roubados ou obtidos em vazamentos. Com CPF, nome completo e data de nascimento, criminosos acessam o aplicativo FGTS da Caixa Econômica Federal ou criam uma conta Gov.br em nome da vítima para solicitar saques.
Durante períodos de saque emergencial, criminosos atuam em massa, aproveitando o volume de transações para diluir a detecção. A modalidade aniversário, que permite saques anuais, também é ativada fraudulentamente por criminosos com acesso aos dados da vítima.
Monitoramento preventivo
Criminosos contratam portabilidade de empréstimo consignado em nome da vítima ou convencem aposentados a assinar contratos sem entender o que estão assinando.
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