Em um ataque de replay, o criminoso captura uma transação autenticada (em trânsito numa rede insegura) e a reenvia ao servidor financeiro, tentando duplicar o pagamento. Sistemas modernos previnem isso com nonces (números de uso único), timestamps e tokens de sessão que invalidam transações duplicadas. Para o usuário, o risco maior é em redes Wi-Fi públicas sem VPN — onde a captura de dados em trânsito é mais fácil.
Ataque de Replay
Interceptação e reenvio de uma transação legítima para duplicar pagamentos de forma fraudulenta.
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Conteúdo verificado pela equipe editorial. Fontes: Banco Central do Brasil, Febraban, Senacon.