Engenharia social é a base da maioria dos golpes financeiros. O criminoso não precisa hackear sistemas — ele hackeia pessoas, explorando emoções como medo, urgência, confiança e ganância.
As técnicas mais comuns incluem: fingir ser autoridade (polícia, banco, Receita Federal), criar urgência artificial, usar informações reais da vítima para ganhar credibilidade e oferecer vantagens falsas.