Golpe do Boleto

Boleto bancário com código de barras adulterado para redirecionar o pagamento a conta de criminoso.

Compartilhar

O boleto adulterado pode chegar por e-mail (phishing), ser trocado durante a transmissão em redes inseguras (man-in-the-browser) ou ser gerado por sites falsos imitando fornecedores reais. Ao pagar, o valor vai para a conta do criminoso — não do credor legítimo. Sempre confirme os três primeiros dígitos do código de barras (identificam o banco emissor) e verifique beneficiário e CNPJ antes de pagar qualquer boleto.

Conteúdo verificado pela equipe editorial. Fontes: Banco Central do Brasil, Febraban, Senacon.