Diferente do roubo de identidade clássico (usar os dados de uma pessoa real), a identidade sintética mistura um CPF real (muitas vezes de criança, idoso ou pessoa falecida) com nome, endereço e histórico falsos. A identidade sintética é usada para abrir contas, contrair empréstimos e solicitar cartões — o que dificulta a detecção pois não há uma vítima imediata que perceba a fraude rapidamente.
Identidade Sintética
Fraude em que criminosos combinam dados reais e falsos para criar uma identidade fictícia e contrair crédito.
Compartilhar
WhatsApp
Conteúdo verificado pela equipe editorial. Fontes: Banco Central do Brasil, Febraban, Senacon.