No pretexting, o atacante constrói um pretexto convincente — fingir ser funcionário do banco, auditor da Receita, representante do Procon ou técnico de TI — para extrair dados pessoais, senhas ou acesso a sistemas. A diferença do phishing comum é que o pretexting ocorre em tempo real, geralmente por telefone, e o criminoso mantém o roteiro com respostas a perguntas de verificação.
Pretexting
Técnica de engenharia social em que o criminoso cria uma história falsa para obter informações da vítima.
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Conteúdo verificado pela equipe editorial. Fontes: Banco Central do Brasil, Febraban, Senacon.