Criminosos monitoram perfis no Instagram, Facebook e LinkedIn para coletar informações que tornam o golpe mais convincente: nome de familiares, banco utilizado, cidade, empregador, viagens recentes. Com esses dados, ligam mencionando detalhes específicos que fazem a vítima acreditar na legitimidade do contato. Revise as configurações de privacidade das suas redes sociais e evite publicar informações financeiras, localização em tempo real ou rotinas previsíveis.
Engenharia Social por Redes Sociais
Uso de informações públicas em redes sociais para personalizar golpes e aumentar a credibilidade do criminoso.
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Conteúdo verificado pela equipe editorial. Fontes: Banco Central do Brasil, Febraban, Senacon.