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Golpes em Compras Online: Como se Proteger no Mercado Livre, Shopee e OLX

Marketplaces são seguros — mas golpistas usam brechas para enganar compradores e vendedores. Veja os golpes mais comuns e como evitar cada um deles.

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Mercado Livre, Shopee, OLX, Enjoei e outros marketplaces movimentam bilhões por ano no Brasil. A maioria das transações é legítima — mas golpistas exploram a confiança que os usuários depositam nas plataformas. Conhecer os golpes mais comuns é a melhor forma de não cair.

Golpes mais comuns para compradores

Produto diferente do anunciado: fotos profissionais de produto original, entrega de produto falsificado, incompleto ou com defeito. Proteja-se filmando a abertura da embalagem.

Pagamento fora da plataforma: vendedor pede para pagar via Pix diretamente, “para ser mais rápido”. Perde-se a proteção do marketplace. Nunca pague fora da plataforma.

Phishing de confirmação de entrega: e-mail ou SMS falso pedindo que você confirme recebimento antes de receber. O pagamento ao vendedor é liberado antes do produto chegar.

Golpes mais comuns para vendedores

Comprovante falso de Pix: comprador envia print editado de comprovante. O vendedor entrega o produto sem verificar se o dinheiro caiu na conta.

Estorno fraudulento: comprador recebe o produto e pede estorno alegando que não recebeu ou que está com defeito.

Na OLX e plataformas sem proteção de pagamento

  • Nunca entregue o produto antes do dinheiro cair na conta (não confie em comprovante)
  • Encontros de entrega: escolha locais movimentados, de preferência delegacias ou agências dos Correios
  • Desconfie de preços muito abaixo do mercado
  • Verifique o histórico de avaliações do comprador/vendedor

Regras gerais para compras seguras

  • Sempre use os canais de pagamento da plataforma
  • Leia as avaliações e verifique o tempo de conta do vendedor
  • Desconfie de urgência (“só hoje”, “último item”)
  • Guarde todos os comprovantes e conversas
  • Use cartão de crédito quando possível — tem proteção de chargeback

Conteúdo verificado pela equipe editorial. Fontes: Banco Central do Brasil, Febraban, Senacon.