Golpe do Crédito Fácil: Empréstimo Sem Análise que Cobra Antes de Liberar
Criminosos oferecem empréstimos sem consulta ao SPC/Serasa e cobram taxas antecipadas que nunca são devolvidas e o crédito nunca é liberado.
Os principais golpes envolvendo o Pix, como funcionam as fraudes com chaves clonadas e QR Codes adulterados, e como proteger cada transferência.
Ficha do Golpe
Nível de risco
Prejuízo estimado
R$ 500 a R$ 200.000
As fraudes via Pix exploram diferentes vulnerabilidades. A mais comum é o golpe da falsa central antifraude: o criminoso liga fingindo ser do banco, afirma que há uma transferência suspeita e convence a vítima a fazer um Pix para uma "conta segura" do banco — que não existe.
Outra fraude frequente é o QR Code adulterado: em estabelecimentos físicos, golpistas colam um adesivo com QR Code próprio sobre o QR original. Ao escanear, o cliente paga para a conta do criminoso, não do estabelecimento.
Existe também o golpe da chave Pix falsa: criminosos registram uma chave Pix (e-mail ou telefone falso) com nome similar a uma empresa conhecida para enganar pagamentos.
O Pix revolucionou os pagamentos no Brasil, mas com sua popularidade vieram fraudes cada vez mais sofisticadas. Desde QR Codes adulterados em estabelecimentos até golpistas que convencem vítimas a transferir para “contas seguras”, os golpes via Pix custaram bilhões aos brasileiros.
Criminosos oferecem empréstimos sem consulta ao SPC/Serasa e cobram taxas antecipadas que nunca são devolvidas e o crédito nunca é liberado.
Vaga de emprego inexistente é usada para coletar documentos pessoais da vítima ou cobrar taxas indevidas de cadastro e exames.
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