Definições claras dos termos técnicos usados no universo de golpes, fraudes bancárias e segurança digital.
Tipo de fraude em que o criminoso assume o controle total de uma conta bancária legítima, geralmente combinando dados vazados com engenharia social junto ao…
Invasão ao computador ou celular da vítima via software de controle remoto para realizar transações bancárias.
Software que exibe anúncios indesejados e pode redirecionar o navegador para sites fraudulentos.
Órgão federal responsável por fiscalizar o cumprimento da LGPD e proteger os direitos dos titulares de dados.
Aplicativo que imita o visual de um banco legítimo para roubar credenciais de acesso.
Variante do ataque de força bruta que testa palavras comuns, nomes e combinações frequentes como senhas.
Tentativa sistemática de descobrir uma senha testando todas as combinações possíveis de forma automatizada.
Interceptação e reenvio de uma transação legítima para duplicar pagamentos de forma fraudulenta.
Camada adicional de segurança que exige dois tipos de verificação para acessar uma conta: algo que você sabe (senha) e algo que você tem (token…
Acesso secreto instalado em um sistema para permitir entrada futura sem autenticação normal.
Isca física ou digital (como um pendrive abandonado) para induzir a vítima a instalar malware.
Método de autenticação baseado em características físicas únicas, como impressão digital ou reconhecimento facial.
Rede de dispositivos infectados controlados remotamente por um criminoso para executar ataques em escala.
Fraude corporativa em que criminosos comprometem ou imitam e-mails executivos para desviar transferências.
Falsificação do endereço de e-mail de um remetente legítimo para enganar o destinatário.
Modalidade de golpe em que criminosos criam situações falsas de urgência para induzir a vítima a fazer uma transferência Pix imediatamente, sem tempo para reflexão.
Solicitação fraudulenta de cartão adicional em nome de terceiro usando dados roubados.
Número de cartão de crédito temporário gerado pelo banco para uso em compras online, válido por tempo limitado ou para uma única transação, reduzindo o…
Documento eletrônico que comprova a identidade de uma pessoa ou empresa em transações digitais.
Contestação de cobrança indevida no cartão junto à operadora, resultando em estorno ao titular.
Identificador único (CPF, e-mail, celular ou chave aleatória) que substitui dados bancários completos em transferências.
Cópia não autorizada dos dados magnéticos de um cartão bancário, geralmente realizada por dispositivos (skimmers) instalados em caixas eletrônicos ou maquininhas adulteradas.
Cópia dos dados do chip de um cartão bancário para realizar transações fraudulentas.
Uso de IA para replicar a voz de uma pessoa e aplicar golpes em familiares ou colegas de trabalho.
Criminoso assume o número de WhatsApp da vítima para aplicar golpes em seus contatos.
Conselho de Controle de Atividades Financeiras — unidade de inteligência financeira do Brasil.
Ataque automatizado em que criminosos testam combinações de e-mail e senha obtidas em vazamentos de dados para invadir contas em outros serviços, explorando o hábito…
Método de comunicação em que apenas remetente e destinatário podem ler as mensagens.
Código de segurança de 3 ou 4 dígitos impresso no cartão, usado para autenticar transações sem a presença física do cartão, especialmente em compras online.
Parte da internet não indexada por buscadores, acessível apenas por softwares especiais como o Tor, frequentemente usada para comércio ilegal de dados pessoais, credenciais bancárias…
Incidente de segurança em que dados pessoais de usuários são expostos, roubados ou acessados sem autorização.
Vídeo, áudio ou imagem sintética gerada por inteligência artificial que imita com realismo a aparência ou voz de uma pessoa real, usada em golpes para…
Ataque que substitui o conteúdo de um site legítimo por mensagens de criminosos ou páginas falsas.
Aparelho celular ou computador previamente autorizado pelo banco para acessar a conta sem exigir autenticação adicional a cada login, com base no reconhecimento do dispositivo.
Ataque que altera as configurações de DNS do roteador para redirecionar o tráfego a sites falsos.
Técnica usada por criminosos para analisar aplicativos e encontrar vulnerabilidades exploráveis.
Conjunto de técnicas psicológicas usadas para manipular pessoas a revelar informações confidenciais ou executar ações que beneficiam o golpista, sem necessidade de invasão técnica.
Uso de inteligência artificial para personalizar e automatizar ataques de phishing e engenharia social em escala.
Uso de informações públicas em redes sociais para personalizar golpes e aumentar a credibilidade do criminoso.
Fraude de investimento que paga rendimentos de investidores antigos com dinheiro de novos entrantes.
Código ou técnica que aproveita uma vulnerabilidade de software para executar ações não autorizadas.
Criminoso liga afirmando ter sequestrado familiar da vítima e exige transferência imediata como resgate.
Uso de dados de cidadãos para solicitar indevidamente benefícios sociais como Bolsa Família, Auxílio Brasil ou seguro-desemprego.
Golpes em operações de câmbio envolvendo taxas enganosas, casas de câmbio irregulares ou moeda falsa.
Cadastro não autorizado de chave Pix no CPF ou celular da vítima para receber pagamentos em nome dela.
Oferta de crédito aprovado imediatamente sem análise, exigindo pagamento antecipado de taxa ou seguro.
Uso não autorizado de dados pessoais de outra pessoa para abrir contas, contratar crédito, realizar compras ou praticar outros atos em nome da vítima.
Uso de Notas Fiscais eletrônicas falsificadas para justificar pagamentos indevidos ou enganar compradores.
Uso indevido do consentimento de compartilhamento de dados do Open Finance para acessar informações financeiras da vítima.
Transferência não autorizada de empréstimo consignado para outra instituição, gerando prejuízo ao beneficiário.
Acionamento fraudulento de seguros com sinistros falsos ou manipulados para receber indenizações indevidas.
Golpistas criam perfis falsos em apps de relacionamento para construir vínculo emocional e extorquir dinheiro.
Golpe que oferece vagas em consórcios inexistentes ou cria grupos irregulares para desviar contribuições.
Grupos que prometem compra coletiva de criptomoedas com retorno garantido, funcionando como pirâmide.
Golpes que usam criptomoedas para atrair investidores com promessas de retorno extraordinário.
Anúncio de aluguel ou venda de imóvel inexistente ou que não pertence ao anunciante.
Produto anunciado em leilão não existe ou nunca é entregue após o pagamento do lance vencedor.
Golpes em plataformas de compra e venda como Mercado Livre, OLX e Shopee envolvendo compradores ou vendedores falsos.
QR Code de cobrança Pix falsificado com dados de conta criminosa substituindo o beneficiário original.
Venda de planos de saúde falsos ou cobranças indevidas em contratos não solicitados.
Compras fraudulentas em lojas online com cartões clonados ou dados roubados, prejudicando lojistas.
Desvio de benefícios previdenciários por meio de empréstimos não autorizados ou fraudes de identidade contra aposentados.
Aplicativo que gera, armazena e preenche senhas únicas e complexas para cada serviço de forma segura.
Oferta fraudulenta de antecipação do saldo do FGTS cobrando taxa antes de liberar o valor.
Falso entregador cobra taxa extra ou troca produto na entrega para aplicar golpe no consumidor.
Mensagem ameaçando bloqueio de CPF ou bens por dívida inexistente para induzir pagamento urgente.
Criminoso solicita portabilidade do número da vítima para nova operadora e toma controle do chip.
Site ou link fraudulento que cobra por recarga de celular ou vale-transporte sem realizar o serviço.
Boleto bancário com código de barras adulterado para redirecionar o pagamento a conta de criminoso.
Oferta de emprego fraudulenta usada para roubar dados, cobrar taxas ou recrutar laranjas.
Criminoso se passa por advogado ou escritório jurídico para cobrar honorários por serviços inexistentes.
Pessoa que se apresenta como trader ou consultor de investimentos e foge com o dinheiro dos clientes.
Sites que imitam leilões judiciais para vender bens que não existem ou que não estão disponíveis para venda.
Comprovante de Pix falso enviado para simular pagamento e induzir entrega de produto ou serviço.
Criminoso se passa por funcionário de banco ou empresa para obter dados ou realizar operações em nome da vítima.
Criminoso envia dinheiro não solicitado e depois exige devolução para uma conta diferente da origem.
Mensagem afirmando que a vítima ganhou prêmio e solicitando pagamento de taxa para liberar o valor.
Criminoso pede que a vítima compre vales-presente (gift cards) como forma de pagamento ou "desbloqueio" de prêmio.
Criminoso se passa por técnico do banco ou empresa de tecnologia para obter acesso remoto ao dispositivo da vítima.
Protocolo que criptografa a comunicação entre navegador e site, indicado pelo cadeado na barra de endereço.
Fraude em que criminosos combinam dados reais e falsos para criar uma identidade fictícia e contrair crédito.
Acesso aos serviços bancários pelo navegador de internet ou aplicativo, sem necessidade de ir à agência. Principal alvo de ataques de phishing, malware e credential…
Plataformas de apostas ou jogos que nunca pagam prêmios ou usam manipulação para fazer o usuário perder.
Software malicioso que registra tudo que é digitado no teclado, capturando senhas, números de cartão e outros dados confidenciais sem que o usuário perceba.
Processo de verificação de identidade exigido de bancos e fintechs ao abrir contas.
Pessoa que empresta ou vende seus dados bancários para receber dinheiro de origem criminosa, geralmente sem saber que está participando de um crime ou atraída…
Uso de criptomoedas, contas laranjas e fintechs para converter dinheiro ilícito em recursos aparentemente legais.
Lei brasileira que regula coleta, armazenamento e uso de dados pessoais por empresas e órgãos públicos.
Software malicioso projetado para danificar, espionar ou obter acesso não autorizado a dispositivos. No contexto bancário, pode capturar senhas, interceptar transações e controlar o dispositivo…
Ataque onde o criminoso se posiciona entre duas partes que acreditam estar se comunicando diretamente. Comum em redes Wi-Fi públicas, permite interceptar dados bancários, senhas…
Mecanismo do Banco Central brasileiro que permite solicitar a devolução de valores transferidos via Pix em casos de fraude, bloqueando temporariamente o saldo na conta…
Camada extra de segurança que exige dois ou mais fatores independentes para confirmar identidade.
Pessoa que permite que sua conta bancária seja usada para receber e transferir dinheiro de origem criminosa.
Mensagem fraudulenta imitando cobrança de banco, operadora ou órgão público para induzir pagamento indevido.
Sistema regulado pelo Banco Central que permite ao consumidor compartilhar seus dados financeiros entre instituições.
Atualização de software que corrige vulnerabilidades de segurança exploradas por criminosos.
Ataque que redireciona o usuário para um site falso mesmo digitando o endereço correto.
Tentativa de enganar usuários por meio de mensagens falsas (e-mail, SMS, WhatsApp) que imitam comunicações legítimas de bancos ou empresas, com o objetivo de roubar…
Mensagens fraudulentas via LinkedIn fingindo ser recrutadores ou parceiros de negócios para roubar dados.
Modelo fraudulento em que os participantes ganham recrutando novos membros, sem produto ou serviço real.
Sistema de pagamento instantâneo do Banco Central brasileiro, disponível 24h por dia, 7 dias por semana, que permite transferências em até 10 segundos usando chaves…
Recurso legítimo do Pix para agendar pagamentos futuros, frequentemente usado por golpistas para enviar comprovantes falsos de agendamento. Importante: o recebedor não vê o dinheiro…
Técnica de engenharia social em que o criminoso cria uma história falsa para obter informações da vítima.
Esquema de manipulação de mercado em que o preço de um ativo é inflado artificialmente antes de ser vendido pelos organizadores.
Notificações falsas de apps bancários usadas para induzir a vítima a aprovar transações fraudulentas.
QR Code substituído ou adulterado por criminosos para redirecionar pagamentos Pix ou acessos a sites para destinos fraudulentos, especialmente em impressos, estabelecimentos físicos e redes…
Golpe que substitui QR Codes legítimos por falsos para redirecionar a vítima a sites fraudulentos.
Tipo de malware que criptografa os arquivos do dispositivo da vítima e exige pagamento (geralmente em criptomoeda) para restaurar o acesso. Afeta tanto pessoas físicas…
Sistema do Banco Central que lista todas as contas, empréstimos e operações financeiras vinculadas ao seu CPF.
Programa que se oculta profundamente no sistema operacional para mascarar a presença de outros malwares.
Golpe em criptomoedas em que os desenvolvedores abandonam o projeto e fogem com os fundos dos investidores.
Pontuação calculada por sistemas de IA para estimar o risco de uma transação ser fraudulenta.
Pontuação calculada por birôs de crédito (Serasa, Boa Vista, SPC) com base no histórico financeiro do CPF, usada por bancos e empresas para avaliar o…
Base de dados do Banco Central com o histórico de operações de crédito de pessoas físicas e jurídicas.
Criminoso assume controle total da conta bancária da vítima e altera senhas e dados de acesso.
Bureaus de crédito privados que registram inadimplência e calculam o score de crédito de consumidores.
Chantagem em que criminosos ameaçam divulgar imagens íntimas reais ou falsas da vítima.
Espionagem visual da digitação de senhas ou dados em caixas eletrônicos e terminais de pagamento.
Fraude em que criminosos convencem a operadora de telefonia a transferir o número de celular da vítima para um chip que eles controlam, interceptando SMS…
Dispositivo eletrônico instalado ilegalmente em caixas eletrônicos ou maquininhas de pagamento para capturar os dados da tarja magnética do cartão.
Variante do phishing realizada por SMS. O usuário recebe uma mensagem falsa se passando por banco, Correios, operadora ou órgão governamental, com link para site…
Variante do phishing direcionada a uma pessoa ou empresa específica, com mensagens personalizadas.
Falsificação de identidade digital: pode ser de número de telefone (caller ID spoofing), endereço de e-mail, site (URL spoofing) ou endereço IP, para enganar a…
Programa que monitora silenciosamente as atividades do dispositivo e envia dados ao criminoso.
Aplicativo de monitoramento instalado secretamente no celular para rastrear localização, mensagens e ligações.
Código numérico temporário, geralmente de 6 dígitos e válido por 30-60 segundos, usado como segundo fator de autenticação em transações bancárias e acessos a contas.
Substituição dos dados reais do cartão por um código temporário (token) para proteger transações.
Programa malicioso disfarçado de software legítimo que abre acesso ao dispositivo da vítima.
Exposição não autorizada de informações pessoais ou financeiras de um banco de dados, resultante de falha de segurança, ataque hacker ou erro interno de uma…
Phishing realizado por voz (voice phishing): o golpista liga para a vítima se passando por banco, operadora, Receita Federal ou outra instituição, para obter dados…
Ligação telefônica em que criminoso finge ser do banco para obter dados ou autorizar transações.
Rede virtual privada que criptografa o tráfego de internet e oculta o endereço IP real do usuário.
Vulnerabilidade de segurança em software ainda desconhecida pelo fabricante, que pode ser explorada por criminosos antes que um patch de correção seja desenvolvido e distribuído.